Mais de 1.500 crianças e adolescentes de Florianópolis foram identificadas em trabalho infantil. Meninas entre 10 e 14 anos são as principais vítimas de violência sexual e, na maioria dos casos, os agressores foram familiares e conhecidos. O consumo de álcool atinge 64% dos adolescentes da capital, enquanto no Brasil essa média é de 55%.
Esses e outros dados fazem parte do relatório "Sinais Vitais: Criança e Adolescente: direito deles, transformação para todos”, apresentado nesta quarta-feira (22), no auditório da Udesc, em Florianópolis.
Entrevistas com:
– Aghata Gonsalves, professora e pesquisadora;
– Carolina Andion, conselheira do Instituto Comunitário da Grande Florianópolis (Icom).