
O deputado Joares Ponticelli (PP) foi o único deputado estadual do país a participar do I Simpósio Brasileiro sobre Bullying, realizado nesta terça-feira (3) no tradicional Colégio São Luiz, em São Paulo. Joares destacou que o evento foi uma ótima oportunidade para a troca de ideias entre educadores e autoridades sobre um tema tão recorrente nas escolas nos últimos anos.
Participaram do Simpósio autoridades no assunto como a educadora Cleo Fante, autora do livro “Fenômeno Bullying – Como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz”; o pediatra Lauro Monteiro, editor do site “Observatório da Infância” ; a médica Margarida Barreto, pesquisadora da PUC/ SP nos temas de assédio e violência moral no trabalho; a advogada e professora universitária, Juliana Abrusio, que coordena a pós-graduação em Direito Eletrônico e Internet do Centro Universitário da Grande Dourados; os promotores de justiça da Infância e Juventude, Thales Cezar de Oliveira e Mário Augusto Bruno Neto, além do Deputado Federal Vieira da Cunha (PDT-RS), membro da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), da Câmara Federal e do Deputado Estadual Joares Carlos Ponticelli (PP/SC).
Representante da Região Sul, o deputado é autor da Lei 14.651, que criou o Programa de Enfrentamento ao Bullying Escolar. Santa Catarina foi o se-gundo estado a aprovar uma lei estadual de combate ao bullying. O deputado também preside a Escola do Legislativo, pela qual já passaram 10 mil professores em preparação para en¬frentar a prática nas escolas.
Ponticelli explica que entende-se por “bullying” as atitudes agressivas, “intencionais e repetitivas, adotadas por um indivíduo ou grupo de indivíduos, sem motivação evidente, causando dor e sofrimento e, executadas em uma relação desigual de poder, o que possibilita a vitimização”. “É importante lembrar que a imprensa tem registrado casos recentes de incidentes em escolas, tanto no exterior quanto no Brasil, quando alunos que sofreram humilhações no passado investem com fúria contra outros alunos e mestres” disse.
O parlamentar observou ainda que o “bullying” pode ser evidenciado através de atitudes de intimidação, humilhação e discriminação, como: insultos pessoais, apelidos pejorativos, ataques físicos, grafitagem depreciativa, expressões ameaçadoras e preconceituosas, isolamento social, ameaças e pilhérias.
Luiz Henrique Fogaça
IF Assessoria em Comunicação
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