Dos Gabinetes – Mobilização policial: Eskudlark defende diálogo e política de resultados


09/12/2011 - 12h20min

Mobilização Policial: Eskudlark defende diálogo e política de resultados

Mobilização Policial: Eskudlark defende diálogo e política de resultados

Foto: Picasa

O deputado Maurício Eskudlark (PSD) voltou a defender, em plenário, uma política de resultados e de diálogo no caso da mobilização dos policiais civis por melhorias salariais. Eskudlark apelou para que a categoria invista
no diálogo nas negociações com o governo. “Não sou contra o movimento, mas sim à forma como as negociações estão sendo conduzidas. Não podemos partir para ações negativas esperando que dêem resultados positivos”, disse.

O deputado, que também é delegado aposentado e ex-diretor geral da Policia Civil, afirmou que as reivindicações são justas, mas os excessos serão prejudiciais tanto para o governo como para classe policial e a população.“Digo aos colegas que tenho orgulho da minha vida e da minha carreira, sempre cumpri meus compromissos e os policiais mais antigos sabem disso “, observou.

O parlamentar disse ainda que o governador esta sensível para resolver o problema e que é possível encontrar uma solução de consenso, lembrando que quando ocupou a chefia de Policia, em 2007, conseguiu, na base do diálogo, cumprir todos os compromissos de remoção e nomeação, além de fazer mais de 6 mil promoções e encaminhar o Plano de Carreira da categoria.

Eskudlark também criticou as declarações que vem sendo feitas por alguns lideres da mobilização policial dando conta de que Santa Catarina seria o estado mais violento do Brasil. “Os dados e pesquisas mostram que isso não é verdade. É justamente ao contrário. E isso acaba desmerecendo a própria policia, além de prejudicar nossa movimentação econômica e turística, já que a falta de segurança tem repercussão negativa”, alertou.

VALORIZAÇÃO – O deputado Maurício também parabenizou o deputado Sargento Amauri Soares (PDT) e todo o movimento da Policia Militar pela conquista da anistia, justa e merecida para os praças excluídos da corporação devido ao
episódio grevista de 2008. “Essa situação causou muito sofrimento. Muitos dizem que a justiça é cega, mas a injustiça a gente vê claramente. A polícia tem que ser valorizada e respeitada porque é a última barreira antes do caos social”, arrematou.

Assessoria de Imprensa
(48) 3221 – 2874

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