
A vice-presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputada Luciane Carminatti (PT), visitou na segunda-feira (16) duas escolas estaduais de Maravilha. O objetivo das visitas foi de conhecer a estrutura física de cada uma.
Os estabelecimentos de ensino visitados foram a Escola Estadual Juscelino Kubitschek, localizada no bairro Floresta e a Escola Estadual Santa Terezinha, no centro. “Estamos preocupados com a estrutura precária das escolas estaduais, que não dão condições mínimas de estudo aos seus alunos pela falta de ventilação, iluminação e espaço adequado. No sentido de averiguar a situação, estamos fazendo um roteiro de visitas in loco nas escolas, para que possamos elaborar um relatório e apresentar a Secretaria de Estado da Educação para que sejam tomadas as devidas providências”, diz a parlamentar.
As duas escolas reivindicam melhorias em sua estrutura física, como ampliação dos espaços de recreação, cobertura para deslocamento de alunos de um bloco para outro, biblioteca adequada e acessibilidade para portadores de deficiências. A EBB Juscelino Kubitschek é a que apresenta mais problemas em sua estrutura física. “Constatamos que a escola tem o telhado precário, causando infiltração nas salas de aula, fiação exposta, falta de cercado ao redor da escola o que é uma preocupação eminente, pois alunos correm o risco de serem atropelados e dá permissão para que qualquer pessoa tenha acesso ao pátio da escola gerando insegurança, além da escola não oferecer acesso para portadores de deficiências”, relata a deputada.
Segundo a comunidade escolar desde 2006 o estabelecimento não recebe nenhuma obra. “Estamos reivindicando a construção de um novo prédio, do acesso coberto às salas de aula, pois em dias de chuvas os alunos se molham ao se deslocar de bloco a outro, bem como, de pintura em todo o prédio,” destaca a supervisora da escola, Iloine Kaeffer. A escola atende 240 alunos, de 1ª a 8ª séries, sendo que quatro séries ficam tempo integral.
A EBB Santa Terezinha reivindica placa de identificação na entrada da escola, um campo de areia e cobertura para deslocamento dos alunos. Construída há 25 anos, a escola atende 390 alunos.
As reivindicações, informações e fotos das escolas serão anexadas em um relatório, que a Comissão de Educação apresentará ao governo do estado, através da Secretaria de Estado da Educação. “Vamos solicitar para que sejam incluídos recursos no orçamento do estado para a ampliação das duas escolas, pois a comunidade escolar merece ter condições adequadas de estudo e lazer”, finaliza Luciane.
Francelise Martini
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