
A greve dos professores municipais de Palhoça, desde o dia 20 de junho, foi repercutida pelo deputado Sargento Amauri Soares (PDT) na tarde de terça-feira (28), da tribuna da Assembleia Legislativa. Ele manifestou sua solidariedade aos educadores da cidade.
Os professores querem a aplicação da lei do piso nacional, no entanto, a Prefeitura, a exemplo do governo do Estado, oferece mudança nos valores da regência de classe de 45% a 25%, dificultando o avanço da negociação. Ele citou ainda outros problemas como o valor do vale-alimentação da categoria, que é de R$ 30, a falta de material didático pedagógico e a ameaça de demissão aos grevistas.
A Câmara de Vereadores rejeitou o projeto do prefeito. “Em Palhoça o impasse também existe”, disse.
Além do piso, o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Palhoça (Sitrampa), querem: manter a regência de classe em 45%; equiparação de salários de professores admitidos em caráter temporário (ACT), com graduação; manter a manutenção da hora-atividade; e aplicação da lei da insalubridade das merendeiras e agentes de serviços gerais.
Alexandre Silva Brandão
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