Deputado Sargento Soares responde ataques do apresentador Roberto Salum


20/02/2013 - 20h58min

Deputado Sargento Amauri Soares (PDT). Foto: Solon Soares

Deputado Sargento Amauri Soares (PDT). Foto: Solon Soares

O deputado Sargento Amauri Soares, líder do PDT, apresentou sua defesa aos "ataques gratuitos" do apresentador Roberto Salum feitos seguidamente em seu programa "Giro Policial" na Record News. A manifestação foi feita no Plenário da Assembleia Legislativa, na tarde de quarta-feira, 20/02. Os ataques do apresentador começaram nos dias 21 e 26 de dezembro do ano passado, e continuaram nesse ano.

O apresentador chamou a Aprasc (Associação de Praças de SC), da qual o deputado Sargento Soares foi presidente até novembro de 2012, de "cabide de emprego", apesar de ter apenas dois funcionários. Ele ainda implicou a atividade da diretora do Sindsaúde (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde), Edileuza Fortuna, que é esposa do deputado, com o seu trabalho parlamentar.

"O nosso mandato responde por ele, o Sindsaúde da Saúde responde por si e a Aprasc também responde por si. E ele, como policial civil, deveria se preocupar com a representação de sua categoria. Se ele acha que a Aprasc não serve para nada, quem tem que dizer são os praças da Polícia e Bombeiro Militar", respondeu. Hoje a Aprasc tem mais de 12 mil filiados, em um universo de cerca de 16 mil praças da ativa e aposentados.

O apresentador criticou o fato de o parlamentar ter 22 cargos comissionados na Assembleia Legislativa, mas deixou de informar que todos os mandatos parlamentares têm o mesmo número de cargos e a mesma quantidade de financiamento.

O deputado Sargento Amauri Soares disse ainda que Roberto Salum, que é policial de carreira, é comissionado na Assembleia Legislativa "para não dar ponto na Polícia Civil". De 2008 até 2012, Salum foi funcionário cedido da Secretaria de Segurança Pública para a Diretoria Administrativa, e desde 1º de fevereiro ocupa cargo comissionado no Colegiado de Bancada da Alesc.

Sobre a acusação de que o deputado vive há 12 anos em "mordomia", Sargento Soares respondeu que durante os primeiros seis anos quando era presidente da Aprasc ficava preso por denunciar as iniquidades da segurança pública – da mesma forma que tem feito nos últimos seis anos da Tribuna da Assembleia Legislativa.

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