
Toda forma de violência deve ser denunciada, afirma imperativamente a coordenadora da Bancada Feminina, deputada Dirce Heiderscheidt (PMDB), ao destacar que a violência física ou psicológica deve ser combatida com medidas eficazes e austeras.
No domingo, dia 05, a reportagem veiculada pelo programa Fantástico, da Rede Globo, suscitou mais uma vez o debate e deixou a parlamentar ainda mais aterrorizada ao constatar, que cada vez mais, quem pratica a violência contra crianças e adolescentes tem cara e sobrenome: são pais, mães, avós, tios, tias, padrastos e madrastas, enfim, são seus familiares.
“Domingo também fez um ano da morte do menino Bernardo Boldrini, mais uma vitima da violência familiar, que tem como suspeitos principais o pai, médico e a madrasta, uma enfermeira “, comentou.
Histórias que alertam para a importância do Disque 100, um serviço que funciona 24 horas, todos os dias e que em apenas três anos contabilizou 170 mil ligações sobre menores que foram vitimas de violência, alerta a parlamentar.
Ela informa ainda que o feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher. Suas motivações mais comuns são o ódio, o desprezo ou o sentimento de perda da propriedade sobre as mulheres, em uma sociedade marcada pela desigualdade de gênero, como a brasileira. Com uma taxa de 4,4 assassinatos em 100 mil mulheres, o Brasil está entre os países com maior índice de homicídios femininos: ocupa a sétima posição em um ranking de 84 nações, segundo dados do Mapa da Violência 2012 (Cebela/Flacso). “Mais de 43 mil mulheres foram assassinadas no País na última década”, informa.
Destaca que a lei de sua autoria que regulamentou o Disque 180 é essencial para as denúncias de violência contra a mulher.
Jornalista Valquíria Guimarães
Assessoria de Comunicação
Deputada Dirce Heiderscheidt

