
Esta sexta-feira, 26 de junho, é adotada pela ONU como o Dia Internacional da Luta contra o Uso e o Tráfico de Drogas. Este mal, que assola tantas famílias ao redor do Brasil e do mundo, está cada vez mais presente nos nossos lares independente de classe social, cor, raça, credo, enfim.
De acordo com o Levantamento Nacional de Famílias dos Dependentes Químicos (Lenad Família), feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), pelo menos 28 milhões de pessoas no país têm algum familiar que é dependente químico. Desse montante, estima-se que 8 milhões de brasileiros sejam dependentes de drogas como maconha, cocaína e seus derivados.
Como deputado estadual, abracei a causa do drogômetro desde o ano passado. Ele é um equipamento capaz de flagrar nove tipos de substâncias químicas através da saliva, que atualmente são identificadas apenas com a percepção dos policiais, mas sem a comprovação de um equipamento. O resultado sai em apenas sete minutos.
Se adotado pela Polícia Rodoviária, o drogômetro pode ser mais uma ferramenta para diminuir os acidentes de trânsito causados por uso de entorpecentes, número que cresceu 60% de 1996 a 2011.
Dessa forma, com esforços unidos entre a sociedade e os governantes, temos a possibilidade de coibir e afastar os problemas causados pelas drogas. No entanto, não basta apenas repreensão. É preciso mais: educação, conscientização e saúde pública precisam caminhar juntas no mal que assola o século XXI.
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