Em 2025, Santa Catarina registrou 42,8 doadores efetivos por milhão de habitantes, mais que o dobro da média nacional, de 20,3. No Estado, a recusa das famílias à doação ficou em 32%. Mas o que está por trás desses números? Como funciona o processo de doação? O que é a morte encefálica? Como acontece a conversa com as famílias? E como os órgãos chegam a quem está esperando por um transplante? No Vamos Conversar, recebemos o médico Joel de Andrade, Coordenador Estadual de Transplantes de Santa Catarina, para falar sobre essas questões e sobre a importância de conversar sobre a doação ainda em vida. A apresentação é de Michelle Todescatto.