No mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 70 milhões de pessoas têm autismo. No Brasil, são aproximadamente 2 milhões de pessoas.
E apesar do número cada vez maior de casos registrados (a perspectiva é de que, em 2025, uma em cada duas crianças desenvolverá o transtorno), autistas e familiares encontram dificuldades para terem seus direitos básicos atendidos, como acesso à educação, saúde e mercado de trabalho.
Focado nesse assunto, um seminário realizado nesta quarta-feira (27), em Balneário Camboriú, reuniu profissionais que atuam com autistas e familiares para informar e capacitar sobre as melhores práticas pedagógicas voltadas para esses pacientes, e como incluí-los na sociedade.
Entrevistas com:
– Janice Krasniak, assessora da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência;
– Eugênio Cunha, professor e coordenador da Clínica-Escola do Autista de Itaboraí (RJ);
– Rafael Fontenelle, professor da Univali e fisioterapeuta da AMA de Balneário Camboriú;
– Cátia Franzoni, coordenadora da AMA de Balneário Camboriú.