Uma das primeiras matérias a ser votada na Assembleia Legislativa neste ano é o Projeto de Lei Complementar, de autoria do governador Raimundo Colombo (PSD), que eleva os valores do salário mínimo estadual em índices entre 9,6% e 11%. O projeto assinado na última sexta-feira (27) na presença de lideranças sindicais, sindicatos de trabalhadores e federações do setor empresarial chegou ao Parlamento Catarinense na última segunda-feira (30) e tramita em regime de urgência.
Em Santa Catarina, o mínimo estadual é dividido em quatro faixas. A primeira recebeu o maior reajuste, de 11,1%. Os trabalhadores dessa categoria, de áreas como agricultura, pecuária, extrativismo, construção civil e empregados motociclistas e também empregados domésticos, que antes recebiam R$ 630 passarão a receber R$ 700.
A segunda faixa corresponde aos empregados de indústrias como as de vestuário, papel e serviços de saúde e teve aumento de 660 reais para 725 reais, com aumento de 9,8%.
A terceira faixa, de colaboradores de indústrias como químicas, de alimentação e empregados no comércio em geral, teve um acréscimo de 695 reais para 764 reais.
Já os integrantes da quarta faixa, que são os funcionários de indústrias como metalúrgicas , de vidros e empresas de seguros privados, subiu de 730 reais para 800 reais.