Com quase 40 anos de idade, a dona de casa Mari Petry Prim ainda lembra do acidente com gasolina e fogo que queimou quase metade do seu corpo aos 2,5 anos de idade. Apesar do tratamento, as marcas da queimadura acompanham Mari até hoje.
Se o acidente de Mari tivesse sido hoje, ela teria garantida por lei assistência médica especializada. Há cinco anos, a Assembleia Legislativa aprovou a lei que estabelece tratamento aos catarinenses que sofreram queimaduras graves.
A lei, inédita no país, estabelece o acesso gratuito à reabilitação física, cirurgia plástica reparadora, reabilitação psicológica, atendimento educacional especializado.
Entrevistas com:
– Mari Petri Prim, dona de casa;
– Rodrigo Feijó, chefe da Ala dos Queimados do Hospital Infantil do Joana de Gusmão;
– Edison Parizzi, responsável pela Ala de Queimados do Hospital Tereza Ramos;
– Ary Alcântara, advogado da Abraspea.