O uso do extintor de incêndio é o primeiro meio de combate ao fogo, tanto em ambientes fechados quanto abertos. Porém, é preciso estar atento na hora da compra. Algumas empresas fabricam ou comercializam extintores fora dos padrões. Cilindros de plástico, pó químico nocivo à saúde ou conteúdo que não apaga o fogo são alguns dos tipos de irregularidades encontradas. No mercado, existem diferentes extintores para cada tipo de fogo. Nos incêndio de madeira, papel, tecidos e borracha, é indicado o uso de extintores à base de água ou espuma. Nos incêndios de líquidos inflamáveis e de equipamentos elétricos, usa-se pó químico ou gás carbônico. Apesar da resistência de alguns fabricantes em se adequarem ás normas do Inmetro, o diretor de fiscalização da qualidade do Imetro, o Instituto de Metrologia de Santa Catarina, Márcio Roberto Vieira, explica que o mercado vem se adequando gradativamente.
Hoje o Imetro recebe cerca de dez denúncias por dia. Nas vistorias dos últimos 12 meses, foram apreendidos 600 extintores fora da norma. Somente este ano, 11 mil selos estavam irregulares. Segundo o presidente do Imetro, Luiz Carlos Silva, os estabelecimentos que comercializam extintores de qualidade duvidosa devem ser denunciados ao órgão.
Para denunciar lojas ou marcas de extintores que apresentem indícios de irregularidade, o telefone é 0800-6435200 ou pelo e-mail ouvidoria@inmentro.sc.gov.br. Se o denunciante se identificar, o Imetro garante fiscalizar e retornar a ligação em até 5 dias úteis