Comunicação

Encontro na Capital discute adoção e acolhimento de crianças e adolescentes


Daniela Legas
21/09/2018 - 15h08min

O Estatuto da Criança e do Adolescente determina que meninos e meninas que estão sob medida protetiva judicial devem ser encaminhados para casas de famílias ou para abrigos. São casos em que a criança sofre algum tipo de violação de direitos, como abandono, negligência ou violência, ou até quando os próprios pais não têm condições de dar os cuidados necessários.

A Casa Lar Emaús, em Florianópolis, é um exemplo de abrigo para crianças e adolescentes nessas condições. O trabalho desenvolvido por eles foi abordado pela psicóloga Luana Desidério, durante o Encontro Estadual de Grupos de Estudos e Apoio à Adoção em Santa Catarina, nesta semana, na sede do Tribunal de Justiça, na Capital.

Entrevistas com:
– Luana Desidério, psicóloga da Casa Lar Emaús;
– Rodrigo Tavares Martins, juiz

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