#EstúdioAL: Eduardo Rocha, Nikolas Stefanovich e Carlos Renato dos Santos
Mais importante que a tecnologia, as pessoas contam alto no conceito das cidades inteligentes. Nesta edição, com o objetivo maior de capacitação de recursos humanos e a consolidação dos novos cursos de engenharia espacial no Brasil a Agencia Espacial Brasileira lança a Missão SERPENS, de envio de um satélite de pequeno porte ao espaço, integrada pela UnB, UFSC, universidades federais do ABC (Ufabc), de Minas Gerais (UFMG) e o Instituto Federal Fluminense (IFF). Do exterior, as universidades de Vigo (Espanha), Sapienza Università di Roma (Itália) e as norte-americanas Morehead State University e California State Polytechnic University (Cal Poly) participam do desenvolvimento do projeto como observadoras.
O nanossatélite já foi transportado por um foguete da Agência Espacial Japonesa (Jaxa) para a Estação Espacial Internacional (ISS) e a colocação em órbita, a partir da ISS, está prevista para outubro. Ele integra o Sistema Espacial para a Realização de Pesquisa e Experimentos com Nanossatélites (SERPENS), que é um programa criado pela Agência Espacial Brasileira (AEB). Essa primeira missão SERPENS foi coordenada por pesquisadores da Universidade de Brasília. A próxima missão, SERPENS 2, será coordenada pela UFSC.
No estúdio, o professor Eduardo Bezerra, do Departamento de Energia Elétrica da UFSC, e um dos coordenadores do SERPENS, relata a significado do programa espacial para o desenvolvimento de conhecimento e formação de novos cientistas no estado e no país. Na ponta da linha, o analista de comunicação, professor Nilson Lage, avalia o potencial nacional para o desenvolvimento de uma indústria aeroespacial diante da conjuntura política e realidade científica.
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