Dos Gabinetes – Medida da Anvisa garante segurança para consumo de plantas medicinais, destaca Padre


16/03/2010 - 20h41min

Deputado Pedro Baldissera (PT)

Deputado Pedro Baldissera (PT)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma regulamentação indicando o uso de plantas medicinais, popularizando a prática e esclarecendo quando e como as drogas vegetais devem ser usadas para se alcançar efeitos benéficos. O coordenador do projeto “Farmácia Viva Itinerante”, do mandato do deputado Padre Pedro Baldissera (PT), Alésio dos Passos, explica que, na prática, a ciência está confirmando aquilo que a comunidade já sabia. Alésio participa de atividades do projeto em Fraiburgo, no Meio Oeste, nesta segunda e terça-feira (15 e 16).
Segundo Passos, as pesquisas com mais de 60 plantas já estão consolidadas e outras espécies recebem a atenção dos pesquisadores a cada ano. “Acredito que o grande avanço é que agora a Anvisa trata claramente de doses, de usos, enfim, de práticas que esclarecem as pessoas”, afirma Alésio. O “Farmácia Viva Itinerante”, executado pelo mandato do deputado Padre Pedro desde 2007, informa as pessoas sobre usos e aplicações das plantas, além da forma correta de cultivo.
Para o deputado Padre Pedro, a regulamentação da Anvisa é um passo importante para uma cultura correta de utilização das plantas e ervas medicinais no Brasil. “Em todas as atividades do ‘Farmácia da Natureza’ o Alésio dá destaque para a necessidade de cuidado com o uso das plantas e raízes. Essa regulamentação, além de esclarecer, coloca também um novo paradigma de cuidado com a saúde, sobre o qual o Brasil, pelo potencial que tem, ainda precisa se aprofundar”, afirma o parlamentar.
Apesar do reconhecimento da eficácia de algumas ervas e plantas, e da regulamentação até mesmo por parte do SUS, o tratamento e a prevenção baseados na fitoterapia ainda têm um longo caminho a trilhar. Alésio observa que o preparo adequado das ervas e plantas é fundamental à eficácia dos tratamentos. Da mesma forma, a maneira de aplicá-las. “É um conjunto de informações que, sistematizado pela Anvisa, garantirá mais segurança às pessoas” , afirma.
Outra questão importante é a diferença entre “drogas vegetais” e “fitoterápicos”. Ambos têm como origem as plantas medicinais. No entanto, têm formas de preparo diferentes. “Drogas vegetais” são as plantas secas, inteiras ou em pedaços, utilizadas nos populares chás. Já os fitoterápicos são elaborados em laboratório e consumidos na forma de comprimidos e xaropes, entre outros.
Todas as drogas vegetais aprovadas na norma são para o alívio de sintomas de doenças de baixa gravidade. Ainda assim, é importante seguir o que prescreve a embalagem dos produtos, já que também apresentam riscos.
As orientações da Anvisa para o uso de plantas medicinais podem ser encontradas em um documento em PDF no portal da agência (www.anvisa.gov.br).

Cássio Turra
Assessor de Imprensa do deputado Padre Pedro Baldissera
(48) 3221-2726 ou 9947-2049
www.padrepedro.com.br

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