Dos Gabinetes – Deputada Ana Paula destaca inovações que ampliam alcance do Bolsa Família


20/10/2011 - 14h06min

Deputada Ana Paula destaca inovações que ampliam alcance do Bolsa Família

Deputada Ana Paula destaca inovações que ampliam alcance do Bolsa Família

As mudanças no Bolsa Família, recentemente promovidas pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), foram citadas pela deputada Ana Paula Lima (PT), nesta quarta-feira (19), e classificadas como medidas de extrema importância para ampliar a atenção às crianças e adolescentes que vivem em situação de extrema pobreza.
No plenário da Assembleia Legislativa, a deputada falou do aprimoramento do maior programa de transferência direta de renda já realizado no país, como parte das ações do Plano Brasil Sem Miséria. “Trata-se de um belíssimo programa, que está contribuindo para a diminuição das desigualdades sociais. Com o dinheiro do Bolsa Família as pessoas podem comprar os produtos para uma alimentação adequada. É uma ação que atinge a parcela mais vulnerável e faminta da sociedade”, disse.
Atualmente, são atendidas pelo programa mais de 13 milhões de famílias em todo o Brasil, com renda de até R$ 70 (extrema pobreza) por pessoa e entre R$ 70,01 e R$ 140 (pobreza). Conforme citou Ana Paula, a meta do Governo Federal é incluir 320 mil famílias até o final de 2011 e 800 mil até 2013.
Ana Paula também citou que a partir de novembro gestantes e mulheres em fase de amamentação terão direito a um benefício extra de R$ 32 mensais pelo período de nove meses. Após o nascimento do bebê, elas terão direito a mais seis meses de repasse extra, a contar do registro da criança no Cadastro Único – lista mantida pelo governo federal e atualizada pelas prefeituras. Ainda, desde setembro estão sendo pagos benefícios adicionais para famílias com até cinco filhos com idade limite de 15 anos – antes o máximo era de três filhos. “É mais uma passo em direção a um futuro melhor para estas crianças e adolescentes”, enfatizou.
Outra mudança, mencionou a parlamentar, é a possibilidade dos beneficiários que se desligarem voluntariamente – por terem atingido renda acima do permitido – retornarem ao programa. Estes poderão solicitar o reingresso imediato no prazo de 36 meses, caso voltem à condição de pobreza. Antes, lembrou a deputada, quem deixava o Bolsa Família só poderia retornar após novo cadastramento, sem ter garantia de que a vaga continuaria disponível.
Reflexos positivos desta política de transferência de renda já são verificados, destacou Ana Paula. Um deles é a redução do número de crianças e adolescentes fora da escola. O Bolsa Família também contribuiu para que o Brasil conquistasse o 1º lugar no levantamento da organização não governamental (ONG) ActionAid, destacando-se entre os 28 países que mais combatem a fome.

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