
O coordenador executivo de negociações e relações funcionais da Secretaria de Estado da Administração, Décio Vargas, convidou a diretoria do Sinte para uma reunião dia 2 de abril, às 17 horas, no prédio da Secretaria da Educação, em Florianópolis. Na pauta, a nova proposta do Executivo para aplicar o reajuste de 22,22% na tabela salarial do magistério, uma vez que os professores rejeitaram, por unanimidade, o reajuste apenas para aqueles que não percebem R$ 1.450,00 mensais, valor correspondente ao piso nacional da categoria.
Segundo a presidente do Sinte, professora Alvete Bedin, “se o governo não apresentar uma proposta que respeite o reajuste de 22,22%, a greve é inevitável e já está marcada para começar dia 17 de abril”. De acordo com o sindicato, se aplicados os 22,22% na atual tabela do magistério, o professor iniciante, com magistério, que recebe R$ 1.234,48 passará a receber R$ 1.450,00. Já o professor doutor, no final de carreira, que recebe R$ 2.410,53, terá um salário de R$ 2.832,84.
Pela proposta do governo, já recusada pela categoria, o professor iniciante, com magistério, também passaria a receber R$ 1.450,00. Todavia, o reajuste somente alcançaria os profissionais com magistério, licenciatura curta e os iniciantes com licenciatura plena. No caso destes últimos, o valor mensal percebido passaria de R$ 1.435,20 para R$ 1.450,00. (Vitor Santos)

