A pílula do câncer


30/03/2016 - 16h46min

A pílula do câncer

Desde o ano passado, os brasileiros têm ouvido falar com frequência de uma substância com nome complicado: a fosfoetanolamina sintética. Sua popularização ocorre graças ao seu possível efeito curativo sobre uma doença cujo nome muitos não gostam nem de pronunciar: o câncer. Entre o medo da doença e a desconfiança entorno da substância de nome difícil, surge uma esperança para milhares de pessoas e seus familiares, mas que ainda conta com o ceticismo da classe médica e de pesquisadores.

Conhecida também como “pílula do câncer”, a fosfoetanolamina é uma substância sintetizada a partir do ácido fosfórico, além de etanol, hidrogênio e oxigênio. Os estudos foram iniciados há 25 anos pela equipe do professor Gilberto Orivaldo Chierice, no Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da Universidade de São Paulo (USP), no interior paulista. No combate ao câncer, seu objetivo principal é atingir a mitocôndria da célula, sinalizando quais são cancerígenas, desencadeando um processo de destruição das células doentes.

A Agência AL, a Rádio AL e a TVAL produziram uma série de reportagens sobre a fosfoetanolamina. As matérias mostram os pacientes que ingeriram a substância e obtiveram melhoras expressivas na qualidade de vida, o papel do Judiciário na disputa pelas pílulas do câncer, a cautela da classe médica com relação à substância e a atuação do Parlamento catarinense nessa polêmica.

Reportagens


Thamy Soligo
Diretora de Comunicação Social

Rossani Thomas
Coordenadora de Imprensa

Juliana Jendiroba Warmling (TVAL)
Produção

Maria Helena Saris
Reportagem TVAL

João Guedes
Reportagem Rádio AL

Marcelo Espinoza
Textos Agência AL

Eduardo Guedes de Oliveira e Solon Soares
Fotógrafos

Lucio Baggio
Produção Gráfica

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