Pró-vida lota auditório Antonieta de Barros no Dia Internacional da Mulher


09/03/2023 - 19h25min

Deputada Ana Campagnolo no comando do evento

Deputada Ana Campagnolo no comando do evento

FOTO: Bruno Collaço / AGÊNCIA AL

A deputada Ana Campagnolo (PL) foi a anfitriã do evento Pró-vida intitulado “Escolhe, pois, a vida”, que aconteceu no Auditório Antonieta de Barros, nesta quarta-feira (8), em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, e contou com palestras ministradas pela deputada federal Cris Tonietto (PL-RJ) e pela pela pós-doutoranda Patthy Silva.

Também estiveram presentes na mesa das autoridades a vereadora Maryanne Mattos (PL) de Florianópolis, a vereadora Lu Bittencourt (PL) de Navegantes, as fundadoras do portal “Manos e Manas”, Dámaris Nunes e Karin Marins, a psipedagoga Andreza Sentinela e a “influencer” antifeminista Fran Pecóis.

Campagnolo apresentou as ações e os resultados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Aborto, que investigou a interrupção da gravidez de uma menina de 11 anos, moradora de Tijucas. A deputada foi a proponente e relatora da CPI, que encerrou os trabalhos em dezembro de 2022.

Sua palestra tratou dos quatro pilares ou "quatro cabeças da hidra feminista" que promove a cultura em defesa do aborto: “Universitário, militante, midiático e político”.

“Esse evento, justamente no Dia Internacional da Mulher, é uma marca, um símbolo, para mostrar o nosso espaço e o quanto temos crescido como movimento dentro do estado”, disse.

A deputada federal Chris Tonietto (PL-RJ) falou sobre a defesa inegociável da vida, uma das principais pautas do seu mandato na Câmara dos Deputados. Ela tem trabalhado para reunir assinaturas para instituir a Frente Parlamentar Mista Contra o Aborto e em Defesa da Vida, por meio da qual pretende ressaltar que a defesa da dignidade da vida intrauterina é um dever cada vez mais urgente entre a sociedade brasileira.

Já a comunicadora e pós-doutoranda em Sociologia pela UFRJ, Patthy Silva, demonstrou, a partir de fontes originais apresentadas na sua palestra, a associação entre as políticas públicas de liberação do aborto e a eugenia e o racismo.

Observando a bibliografia usada pelas escritoras do movimento pró-aborto, a pós-doutoranda ratificou que políticas de aborto e de controle de natalidade têm intenções eugenistas. Intelectuais do movimento, como Margaret Sanger, por exemplo, levaram seus discípulos a criar organizações locais e internacionais para a promoção do aborto e do controle de natalidade de pessoas indesejadas.

“O movimento pró-aborto deseja a legalização desta prática para evitar que as mulheres negras sejam mortas. Mesmo assim, acaba resultando em vidas negras mortas também”, frisou.

Notícias relacionadas


Ver mais notícias relacionadas

Whatsapp

Informações da Alesc no seu celular

Receber notícias