
Depois de uma força-tarefa, liderada pelo deputado Fernando Krelling (MDB), deputados catarinenses conseguiram intervir junto ao ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) e suspender os estudos técnicos para a implementação de uma nova área de preservação ambiental na região do Quiriri. O complexo ambiental envolve as cidades de Joinville, Campo Alegre e Garuva. O local já pertence a uma extensa área de preservação ambiental, e os moradores, produtores rurais da região seriam contrários à nova área de conservação, chamada Parque Quiriri.
As discussões para a ampliação da área de conservação ambiental do Quiriri surgiram no ano passado. “Sem serem consultados à respeito de um suposto estudo que estava sendo proposto para a ampliação destas áreas, os moradores nos procuraram. Rapidamente mobilizamos a comunidade, vereadores, deputados, parceiros e fomos entender o que estava acontecendo. Participamos de audiências públicas e reuniões com a população e lideranças. Apresentamos até uma moção contrária à implementação do Parque do Quiriri, área junto ao ICMBio, em Florianópolis”, detalha o deputado Fernando Krelling.
Nesta semana, Krelling, que é vice-presidente da Alesc (Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina), participou de uma audiência junto a diretores e técnicos do ICMBio em Brasília. No encontro também estava o presidente da Comissão do Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, deputado federal Valdir Cobalchini (MDB/SC).
Juntos eles alertaram o Instituto Chico Mendes das preocupações que os moradores da região do Quiriri estão tendo com a possibilidade de mais restrições ambientais na área, e dos impactos que a medida pode trazer à economia e desenvolvimento destas famílias. “Queremos que os moradores desta região sejam ouvidos e que a vontade deles seja respeitada”, destacou Fernando Krelling.
Para o deputado que é do distrito de Pirabeiraba, em Joinville, que integra a região do Quiriri, aquela área é muito bem resguardada por quem vive e, retira dali, com responsabilidade ambiental, seu sustento. “Estas famílias não podem ser penalizadas por uma medida que restringe suas atividades e propriedades. Reunimos estudos e parceiros, juntos, procuramos o ICMBio na Capital Federal para rever esta situação. Conseguimos que o estudo fosse suspenso. Os moradores do Quiriri podem ficar tranquilos, que por enquanto, os estudos estão trancados. Vamos continuar juntos trabalhando para que estas áreas sigam preservadas, mas isso não pode interferir na vida dos moradores que há anos moram e preservam esta importante região para Santa Catarina”, finaliza Fernando Krelling.
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Texto: Windson Prado/deputado Fernando Krelling

