Comunicação

Dirigente defende competição feminina exclusiva para mulheres biológicas


Diretora da Associação Mátria defende na Comissão de Esportes e Lazer a preservação das competições femininas para atletas nascidas mulheres em SC.

Alexandre Back
18/11/2025 - 15h39min

Celina Lazzari, diretora da Associação Mátria, em apresentação na Comissão de Esportes e Lazer.

Celina Lazzari, diretora da Associação Mátria, em apresentação na Comissão de Esportes e Lazer.

FOTO: Lucas Diniz/Agência AL

Defesa da Competição Feminina

A diretora da Associação Matria, Celina Lazzari, defendeu na manhã desta terça-feira (18), na Comissão de Esportes e Lazer, a valorização da mulher no esporte. O foco do pronunciamento da dirigente foi buscar a preservação das competições femininas para atletas nascidas mulheres.

Segundo disse, participantes transgêneros, mesmo que passem por tratamentos de supressão de testosterona, continuam contando com diferenças físicas significativas — como capacidade cardiorrespiratória, densidade óssea e força — que acabam por reduzir a competitividade das mulheres e, por consequência, criando uma situação injusta.

“Então a gente tem visto um discurso que vem sendo vendido como um discurso de inclusão, mas que na prática acaba excluindo as mulheres e as meninas de competir de forma justa e com segurança, tanto em categorias amadoras quanto esportivas. Isso não tem a ver necessariamente com esportes de elite, mas sim com o direito das mulheres de poder competir entre elas e em igualdade de condições.”

Ao final, o deputado Mauro De Nadal (MDB), que abriu espaço na comissão para a participação de Celina Lazzari, declarou que as informações apresentadas serão importantes para subsidiar os deputados na formulação e votação de projetos e iniciativas voltadas ao tema.


Perguntas Frequentes

1) Quem defendeu a competição feminina exclusiva na Alesc?
A diretora da Associação Matria, Celina Lazzari.

2) Qual é a principal preocupação levantada pela dirigente?
A preocupação é que as diferenças físicas significativas de participantes transgêneros reduzam a competitividade das mulheres nascidas mulheres, criando uma situação injusta e excluindo-as da competição em igualdade de condições.

3) O que a Comissão de Esportes e Lazer fará com as informações?
As informações serão importantes para subsidiar os deputados na formulação e votação de projetos e iniciativas voltadas ao tema.

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